Esse tipo de comportamento é atualmente tido como problema de saúde pública no Japão onde milhares de jovens se encontram nesta situação devido ao alto grau de perfeição exigido das pessoas em tarefas diárias e à pressão acarretada por tal exigência, o que acaba levando muitas pessoas a problemas psicologicos de baixa auto-estima e em alguns casos extremos tendências graves. Há casos extremos onde filhos chegam aos 40 anos ainda dependentes dos pais e sem experiência profissional.
O Ministério da Saúde no Japão estima que cerca de 70 mil japoneses são vítimas do fenômeno. Dados do psicólogo Saito Tamaki, criador do termo e pioneiro na pesquisa sobre tal fenômeno, indicam um quadro muito mais sombrio: um milhão de jovens do sexo masculino seriam vítimas desse distúrbio, o que leva ao assombroso quadro de 20% da população adolescente masculina (ou 1% da população do país inteiro) vivendo em reclusão quase que total. É um tanto óbvio que graças ao comportamento isolacionista ao extremo das vítimas, o número exato de Hikikomori existentes atualmente não pode ser medido com exatidão, e provavelmente está entre um dos dois extremos propostos pelos dados fornecidos. E não é só no Japão que isso ocorre os Hikikomoris podem ser encontrados em qualquer grande centro urbano do mundo com incidência em famílias onde o poder aquisitivo é maior. Com o recente avanço tecnológico e aumento do poder financeiro a família moderna propicia aos filhos conforto e tecnologia, impedindo de enfrentarem o mundo, buscar seu espaço, seguirem seu caminho e dando a eles ocupação permanente em seus lares. Estima-se que nos EUA a incidência é alta o que fez o sistema de saúde elaborar uma cartilha aos psicólogos e psiquiatras. Uma pesquisa no Reino Unido mostrou que os hikikomoris britânicos são centrados em cultura de massa japonesa - estimulariam jovens a entrar nesse estado de isolamento.
Hikikomoris em sua grande maioria costumam frequentar fórums anônimos na internet, ondem podem trocar experiencias como animes, mangas, jogos, seriados etc.
O que prova que: Nem se for uma coisa boa... se for demais pode fazer mal a saúde

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